{"id":331,"date":"2017-02-04T18:00:51","date_gmt":"2017-02-04T18:00:51","guid":{"rendered":"http:\/\/nebfeupicbas.pt\/?p=331"},"modified":"2017-12-03T01:57:12","modified_gmt":"2017-12-03T01:57:12","slug":"bio-10-uma-ordem-em-constante-evolucao-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nebfeupicbas.pt\/?p=331","title":{"rendered":"+BIO #10 &#8211; Uma Ordem em constante Evolu\u00e7\u00e3o (I)"},"content":{"rendered":"<p>Nesta edi\u00e7\u00e3o trazemos-vos uma reflex\u00e3o sobre o reconhecimento do estatuto de Bioengenheiro e a cria\u00e7\u00e3o de novos Col\u00e9gios na Ordem dos Engenheiros. Abaixo encontra-se a primeira parte do artigo sendo que poder\u00e3o ler a segunda parte na revista <a href=\"http:\/\/corino.aeicbasup.pt\/\">Corino<\/a>, coordenada pela AEICBAS.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com o intuito de juntar o conhecimento tecnol\u00f3gico e as compet\u00eancias b\u00e1sicas de engenharia aos desafios e mist\u00e9rios das ci\u00eancias da vida, surge em 2006, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, o Mestrado Integrado em Bioengenharia. Se, por si s\u00f3, o nome j\u00e1 parece algo um tanto inovador, a pr\u00f3pria estrutura do curso revelava-se, de facto, desafiante e um tanto atrevida. Um curso ministrado por duas Faculdades (FEUP e ICBAS), com semestres divididos em engenharia e ci\u00eancias da vida e com tr\u00eas ramos de especializa\u00e7\u00e3o muito espec\u00edficos, mas abrangentes ao mesmo tempo: Engenharia Biol\u00f3gica, Engenharia Biom\u00e9dica e Biotecnologia Molecular.<\/p>\n<p>Qualquer estudante tem o sonho de, ap\u00f3s o termino de cinco anos \u00e1rduos de estudo, iniciar a sua vida profissional de forma plena. Contudo, coloca-se a quest\u00e3o: como \u00e9 que isso se faz? Julgo ser do conhecimento geral que a maioria dos formados nas \u00e1reas de engenharia, para se poder apresentar como \u201cEngenheiro\u201d, tem de efetivamente estar inscrito na Ordem, institui\u00e7\u00e3o essa que \u00e9, de uma forma simples, a associa\u00e7\u00e3o profissional que reconhece que os inscritos possuem efetivamente as apet\u00eancias e os requisitos para exercer determinada atividade na \u00e1rea de engenharia. <span style=\"color: #000000;\">Acontece que, at\u00e9 h\u00e1 bem pouco tempo, a defini\u00e7\u00e3o de Bioengenheiro andava um pouco perdida, uma vez que, efetivamente, ningu\u00e9m sabia muito bem afinal quem eram estes novos profissionais<\/span> (de notar que a primeira fornada de Mestres em Bioengenharia, formou-se h\u00e1 apenas seis anos). Dez anos ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o do curso, a sociedade come\u00e7a agora a preparar-se para acolher estes profissionais, que, de certa forma, fazem a ponte entre a engenharia e as \u00e1reas da sa\u00fade, biotecnologia molecular e a ind\u00fastria baseada em processos biol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Desde dezembro de 2015 que para exercer a profiss\u00e3o de engenheiro, o profissional da \u00e1rea tem de estar obrigatoriamente inscrito na Ordem dos Engenheiros, por lei. <span style=\"color: #000000;\">Boas not\u00edcias, para n\u00f3s, Bioengenheiros, j\u00e1 que tamb\u00e9m somos abrangidos por esta Lei, ou seja, a Ordem j\u00e1 reconhece o estatuto de Bioengenheiro e j\u00e1 nos integra num determinado Col\u00e9gio, conforme o tipo de atividade que iremos exercer<\/span><em>.<\/em>\u00a0Para os estudantes de Engenharia Biol\u00f3gica, a vida est\u00e1 um pouco mais facilitada: ser\u00e3o Bioengenheiros pertencentes ao <span style=\"color: #000000;\">Col\u00e9gio de Engenharia Qu\u00edmica e Biol\u00f3gica<\/span>. Quanto aos profissionais de Biom\u00e9dica e de Biotecnologia Molecular, o futuro ainda est\u00e1 um pouco incerto. A verdade \u00e9 que a cria\u00e7\u00e3o de novos Col\u00e9gios na Ordem \u00e9 urgente e vai de encontro ao que o atual Baston\u00e1rio, Carlos Mineiros Aires, idealiza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta edi\u00e7\u00e3o trazemos-vos uma reflex\u00e3o sobre o reconhecimento do estatuto de Bioengenheiro e a cria\u00e7\u00e3o de novos Col\u00e9gios na Ordem dos Engenheiros. 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